quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Não salvem a humanidade, mas façam o possível.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Primeiros contatos com o novo mundo
domingo, 17 de junho de 2012
Um texto descontraído sobre os últimos meses...
domingo, 20 de maio de 2012
Pensei...
No encalço de todas as reflexões está minha avaliação que é positiva! Uma xícara de café e um livro me acompanham. Além disso e de toda positividade, diria também a sensação de dever inerente que minha consciência, talvez por uma tal obrigação social ou pessoal, tende a me lembrar: “Marcos, rapaz, deixa de poesias e leituras! O vestibular cobra números de você!”
Todos os esforços, contudo, que empreenderei levam ao destino inevitável que se desprende de reflexões e vontades para tornar-se realidade pura. Pura, leve e macia como as páginas dos velhos livros que hei de folhear. Cansado talvez dos ideais realistas que habitam minha cabeça, dedicar-me-ei aos prazeres os quais durante tempos idealizei. Estes não terão como prioridade o descontrole, mas sim sutis prazeres que no momento tenho de renunciar em prol de um alívio vindouro.
Prometi falar de retrospectivas, porém até agora me referi de forma discreta ao passado. Sei que não deveria fazer isso, mas conversar com o leitor é a forma mais discreta que encontro para hesitar. Frear-me de forma a não revelar todos os pensamentos que guardo. Não quero que esse texto fique guardado ou escondido por conta de palavras malditas e publicadas. Porém, prefiro vomitar letras e fazer, de alguma forma muito insana, uma sopa comestível para que todos olhem assombrados hesitando em provar (ler). Se chegou até aqui, por curiosidade ou pelas palavras bonitas, digo-te: “Parabéns! Provaste do mais fino caldo de palavras que eu poderia preparar!”. De qualquer forma, o melhor texto é sempre o último que acabamos de escrever.
O Amor, que propositalmente apresento com “a” maiúsculo, será assunto de textos e cafés não publicados onde quer que seja. Os versos deste cunho tendem ao lirismo e romantismo. Assim, prefiro deixá-los encaixotados esperando algum dia de sol em que terei disposição para encaixá-los numa bela poesia... Poesia malfeita... Poesia íntima... Poesia subjetiva.
domingo, 1 de abril de 2012
Pense acerca do seu conceito de mudança
Eu realmente acho muito interessante a forma como algumas pessoas mudam ao longo do tempo. A mudança em si pode ser considerada um progresso, um avanço em alguns casos; mas há mudanças estranhas e que secretam um produto final distorcido e com poucas semelhanças ao que era antes. É justamente sobre esse produto que ponho minha atenção para ter saudades do que era antes... sei lá, é que às vezes nós mesmos nos tornamos pessoas que nunca imaginaríamos nos tornar... julgamo-nos legais e “evoluídos”, mas mudamos tanto a cada dia que nem sei mais se é evolução ou progresso isso que julgas ser positivo.
Olhando ao redor, sem citar nomes, quantas pessoas que você ama ou amou mudaram de uma forma que você sente saudade da imagem antiga que possuía dela? Ao olhar uma foto antiga você sente saudades do que era... logo você que se julga tão legal hoje e tem coragem de dizer: “Nossa, naquela época eu era tão idiota!”. Será mesmo isso? Ou será se você não era apenas diferente, mas com enormes qualidades que hoje você não possui? O tempo muda, transforma em defeito o que antes era qualidade, e na maioria das vezes o seu saldo ainda sai negativo nesse escambo de características. O tempo tira de você a sua essência.
Eu penso e sinto saudades de algumas pessoas na forma antiga, não na atual. Às vezes se eu pudesse voltar no tempo e viver algumas coisinhas de novo, eu viveria. Não mudaria nada, pois não chego a me arrepender, mas viveria todos esses dias com muito mais amor do que o que eu empreguei no dito dia. O pior de tudo isso são os momentos que você não valoriza e depois percebe que a essência da felicidade reside ali.
Diante dessa percepção encerro este breve comentário acerca de minha condição temperamental e louca que me faz escrever sobre mim, empregando as pessoas... escrevendo sobre as pessoas, empregando a minha pessoa. Enfim, Eu sinto saudades do que muita gente foi um dia e lamento a forma como mudamos negativamente. As mudanças positivas eu venero, mas sem dúvida existe outra pessoa que me considera mais legal antes.
É neste impasse que finalmente encerro o texto antes que não pare mais de tentar explicar minhas reflexões... É que este espaço funciona somente como um depósito de emoções, muitas das vezes escondidas entre as linhas ou atrás das letras, mas existem emoções... diversas e fortes. Essas e aquelas ficam melhores e mais saudáveis escondidas, sem que ninguém tenha contato com elas. Tenho esse hábito, sabe , de cultivar emoções ocultas.
(Postarei este texto sem qualquer tipo de edição ou correção)
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Texto de férias
Às vezes divago sobre o motivo das pessoas não serem honestas. Não que esse seja o tema principal desse texto, pois adianto logo que será um misto de experiências vividas desde que saí de minha terra natal para visitar o Estado vizinho. Comecei falando disso porque recentemente perdi meu celular e tentei entrar em contato com o cara que achou, mas ele simplesmente rejeitou minhas ligações, e logo em seguida desligou o celular, comprovando a qualidade de seu caráter. Enfim, eu teria entregado de boa. O que é meu é meu, o que não é meu eu tento conquistar de alguma forma que não seja lesando outras pessoas.
Chegando por aqui sinto uma atmosfera um pouco diferente, pois existem muitas coisas que por aqui e tenho e que em Sobral sinto uma falta, como por exemplo a atmosfera de cumplicidade em todas as situações que envolvem amigos, conhecidos, parentes, ou uma pessoa que você acabou de conhecer (um conhecido recente). Seis meses atrás, quando estive aqui pela última vez, escrevi um pouco sobre isso, mas vale a pena “frizar”. (Não reclamo de forma alguma das companhias fraternais que tenho em Sobral, foi somente uma observação).
Nessas férias vivi muitas coisas simples e boas, tive experiências estranhas para mim até então, e gostei bastante de tudo. É que já está no final da minha passagem por aqui então resolvi escrever esse texto e postar no blog quando estiver em Sobral.
Passei muitos dias na fazenda tomando banho de açude, jogando bola no sol escaldante do agreste nordestino, ou ouvindo música na varanda de casa. Dessa vez não foi possível montar a cavalo, pois o único que se atreveu a isso levou um tombo do caralho. Um tombo feio, vamos assim dizer. Mataram um bode em um sábado para comemorar não-sei-o-quê. Pois comemos do bode, tomamos cerveja, e festejamos a vida. Sim, eu acho que o motivo daquilo tudo não era algo em especial, pois ninguém da turma fazia aniversário na respectiva data. Sem motivos especiais, simplesmente declaro que o motivo foi festejar a vida. Quem precisa de bons motivos para ser feliz e confraternizar com as pessoas queridas?
Estar deitado e simplesmente sentir uma felicidade súbita. Pois senti isso no dia. Sem motivos também. Digo: sem motivos explicáveis para vocês leitores. Aliás, eu acho que já expliquei. Finalizo o parágrafo.
De volta a Belo Jardim, senti um sentimento que se aproximou muito de amor (rs). Senti isso de forma intensa pelo meu irmão e pelos meus pequenos sobrinhos. Há tempos não sentia essa sensação, e gostei muito de senti-la. Discorrer sobre sentimentos é uma coisa que eu faço muito discretamente, escondido entre as linhas. Como comecei logo revelando o que sentia, prefiro encerrar esse comentário.
Nesta cidade é tradicional a feira dia de segunda (vou postar algumas fotos aleatórias no facebook). Hoje é segunda e compareci ao evento. Vi muita gente velha. A feira é muito tradicional e atrai principalmente esse público. Enfim, vi muitas coisas de cidade pequena mesmo e gostei. Sentei, tomei uma cajuína (algo parecido com Delrio), e depois rumei para casa. Neste exato momento meu sobrinho chegou aqui e disse: “Titio, vem me ver tomar banho de piscina?!” Sinto que minha pausa para escrever está acabando, pois tenho uma criança pra brincar.
E o som continua tocando Coldplay.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Reprima, pois sua consciência pesaria
Um emaranhado de pensamentos e desejos reprimidos em uma cabeça bonitinha por fora, mas suja e poluída por dentro. O interior desse crânio terá sido testemunha de quantos pensamentos sujos? Sim, daqueles que a sociedade te obriga a reprimir sob pena. Uma pena que você pode muito bem pagar e ser livre, mas prefere se entregar a essa condição como um vassalo ao seu rei doentio e sádico.
Teria um pouco mais de graça para você reprimir e bancar a pessoa pura? Talvez, às vezes é linda a forma como muitos reprimem, só pelo fato de você saber quase que por certeza que lá não circula somente pensamentos limpos. Saber disso provoca alucinações e delírios em muitos que já se entregaram a esse tipo de situação, a esse tipo de reflexão.
Reflita, mas não precisa expor da forma como eu exponho. A sua consciência pesaria.